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   AVISO AOS NAVEGANTES

 

AVISO AOS NAVEGANTES

 

A qualquer momento, como é de praxe, poderemos ser surpreendidos com o fim do nosso blog. Pois dependemos de um espaço que nos é dado sem previsão de vencimento.

Para não perder o contato com os que acessam este diário, criei um novo Blog:

www.marizaroque3.zip.net

 

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AGUARDO A SUA VISITA!

 

Mariza Roque da Fonsêca.

Natal, 07 de dezembro de 2011.

 



Escrito por mariza roque às 11:45
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   FELIZ ANIVERSÁRIO

 

FELIZ ANIVERSÁRIO

Me senti muito feliz na comemoração do aniversário do meu filho Evandro. Até porque, além de ser uma data muito especial para mim, estavam presentes os meus quatro filhos vivos. Coisa rara de se ver porque sempre tem alguém viajando.

No dia 4 de fevereiro estivemos reunidos e saboreamos um delicioso churrasco tendo como chef o “expert” da família, Evandro Henrique, que faz um churrasco de primeira classe. Estavam presentes sua esposa Valéria e o meu neto Riquinho.

Acompanhou uma excelente feijoada feita por Fabiana – esposa do aniversariante e  meus netinhos: Gabriel Vinícius e Laura Beatriz, alegrias do meu coração na velhice.

Minha filha Edvane, na festa, clicando e paparicando os sobrinhos...

O meu filho Marcus Evandro lá... curtindo sua cervejinha junto a um colega de trabalho, estava acompanhado de sua esposa Rose Mary e suas filhas Marina/Souza (namorado) e Marisa/Gustavo (namorado).

Poucos amigos do aniversariante estiveram presentes, foi uma festa mais da família.

A figura principal, o Aniversariante, estava muito alegre.

Deus lhe abençoe, meu filho, e lhe dê muitos anos de vida!

De coração são os votos de sua mãe,

 

Maiiza Roque da Fonsêca.

Natal, 03 de março de 2012.

 



Escrito por mariza roque às 17:02
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   PRESENTE DE DEUS

 

PRESENTE DE DEUS

 

 

PRESENTE DE DEUS

Recebemos de Deus, pequenos ou grandes presentes que abastecem a nossa alma. Alguns vêm diretamente de suas mãos através da natureza que ele sabiamente criou.

Na manhã do dia 24 de fevereiro, minha filha Edvane Mary, ao aguar as plantinhas das janelas (pelas quais tem um carinho especial), se deparou com um lagarto verde. Fui verificar e vi que era um “bebê” camaleão. No seu mimetismo verdinho, igual às plantinhas, ele me pareceu uma coisinha linda. Tinha os olhinhos escuros e um rabo imenso para o seu tamanho. Bem que eu falei: morando em frente à mata tenho muitas surpresas. E ele se instalou “na boa” na minha janela. Bebia água da mangueira e alimentava-se de flores e folhas (Bougainvillea), mas... principalmente de folhinhas de manjericão.

Fui pesquisar na internet e descobri que, segundo a sabedoria popular, principalmente no Amazonas, ele traz boa sorte para as pessoas e suas casas. E, se posto fora a sorte é adversa. Deixamos ele ficar e ser nosso hóspede até que resolvesse partir. Eu, Edvane e o meu neto Victor Hugo “curtimos” o bichinho verde, por quatro dias, e o mimamos muito com palavras carinhosas.

Na manhã do dia 28 de fevereiro, ele desapareceu da mesma forma que chegou. Ao abrirmos a janela não vimos mais àquela figurinha portadora de bons presságios. Sentimos a sua falta, mas respeitamos o seu direito à liberdade.

Louvado seja Deus por ter nos permitido receber um hóspede tão lindo e singular!

 

Mariza Roque da Fonsêca.

Natal, 02 de Fevereiro de 2012.

 

 



Escrito por mariza roque às 23:12
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   TRISTE DE MIM

 

TRISTE DE MIM

 

Triste de mim se não fosse a lira,

o estro que acompanha a minha mente.

A levar-me a transformar meus sentimentos

em poesias que se fazem de poemas.

Puros,  sinceros... vem do fundo d’alma

e se apresentam pelo pensamento.

 

Que seria de mim se não tivesse,

embora tarde, no findar do tempo,

a vontade, o desejo quase insano...

Inspirada por quantos “anjos”, não sei,

colocar-me diante de uma folha de papel...

Um papel, meramente virtual,

que grafa tudo que o meu ser sente.

 

Sinto leveza ao chorar meu pranto!

Esta mesma leveza que me faz,

com os dedos, percorrer os caracteres

de um teclado, um simples objeto apenas,

e nele derramar doces lembranças,

que guardo de você que está ausente.

 

Muita gente pensa que alguns poetas

sofrem demais... isto é verdade!

Ao mesmo tempo felizes nos sentimos

por ter tanto amor, tanta saudade.

Pior é para os que não guardaram

em seu peito estas verdades.

 

De poesia em poesia vou vivendo.

Até quando me vier inspiração.

Isto me faz bem, me traz vontade

de viver destas recordações.

Sou poeta e isto me compraz

a ter na vida o que muitos não têm!

Sem a poesia que me alenta...

Como seria o meu viver?

TRISTE DE MIM!

 

Mariza Roque da Fonsêca.

 

Natal, 28 de Fevereiro de 2012.

 



Escrito por mariza roque às 17:11
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   SEMENTE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SEMENTE

 

O vento que hoje sopra,

não é o mesmo que ontem soprou.

Mas o amor que ainda sinto,

é o mesmo que ficou...

Se transformou em semente!

 

Passam dias...  passam anos...

e ele está sempre igual.

Não acaba,  não vai embora.

É semente sempre viva,

prontinha  pra germinar.

 

Só precisa de calor,

água,  luz e oxigênio

para poder germinar.

Assim é o meu amor...

Só precisa de você

para, com os seus carinhos,

não  deixar  ele morrer.

 

A semente, o que precisa

tem de graça... a natureza lhe dá.

E eu preciso da “graça”

de um dia  você voltar.

A semente esta latente

E você, onde está?

 

Vivo só...  da esperança

e da fé concreta em Deus.

Que um dia esta semente,

plantada no meu coração,

brote como esta poesia.

 

Cheia de melancolia,

mas também de muito ardor!

Da beleza de quem ama,

sem encontrar seu amor.

 

Sem saber se ele pensa

igualzinho a você.

Se no seu coração...

Tem também esta SEMENTE!

 

Mariza Roque da Fonsêca.

 

Natal, 26 de Fevereiro de 2012.

 



Escrito por mariza roque às 21:22
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   SE EU PUDESSE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SE EU PUDESSE

 

Ah! Se eu pudesse voltar no tempo.

Eu voltaria...

Pra fazer a minha vida de outro jeito.

Pra sorrir alegre como antes

por sentir no peito a alegria.

 

Mas o tempo é implacável e não perdoa

pelas nossas falhas cometidas.

Vêm as rugas e os cabelos brancos

para mostrar no rosto as nossas lidas.

Os nossos dissabores não se escondem.

 

Os anos que vivemos vão-se.

Anos perdidos e, nós, aqui ficamos.

Vidas sem cor e sorrisos pálidos...

Vidas vividas sem paixão porque

erramos nas escolhas que fizemos.

  

E não há como voltar atrás.

Como apagar tudo que sofremos?

Se a vida nos cobra todo tempo,

e o bom ficou pra trás, não volta.

através daquilo que nos resta.

E atrelados ao passado estamos.

 

Passado que não deixa sossegar.

Não se pode viver só de ilusões...

É viver praticamente morta!

Não posso voltar e vou ficando.

Se eu pudesse! SE EU PUDESSE!

 

Mariza Roque da Fonsêca.

Natal, 25 de Fevereiro de 2012.

 



Escrito por mariza roque às 21:42
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   LUA ADVERSA

 

LUA ADVERSA

Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.

Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.

E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...

Cecília Meireles

 

PESQUISA GOOGLE 

 

 

Postado por Mariza Roque da Fonsêca.

 

Natal. 24 de Fevereiro de 2012.  

 



Escrito por mariza roque às 23:26
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   ONDE ESTIVERES

 

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ONDE ESTIVERES

 

Enquanto o dia canta, enquanto o dia

Esperanças e flores te revela.

Segue na estrada primorosa e bela

Da bondade que atende, ampara e cria.

 

Não desprezes o tempo que te espia

Por santa e infatigável sentinela...

E, alma do amor que se desencastela,

Perdoa e crê, serve e confia...

 

Lembra-te enquanto é cedo! tudo, tudo

O tempo extingue generoso e mudo,,,

Menos o eterno bem que excelso, arde

 

E onde estiveres torturado embora

Faze do bem a luz de cada hora,

Antes que a dor te ajude, triste e tarde!

 

AUTA DE SOUSA

 

(Livro Poetas Redivivos - Psicografia de Francisco Xavier - Autores diversos)



Escrito por mariza roque às 21:10
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   ONDE ANDA VOCÊ?

 

ONDE ANDA VOCÊ?

 

Onde anda você?

Que não vê o meu amor,

meus sorrisos, minhas lágrimas.

Que não sente o meu calor

e talvez já me esqueceu?

 

Quem recebe os teus beijos apaixonados,

o teu abraço apertado, o teu amor, teu querer?

Quem é, quem é?

A dona dos teus carinhos,

do teu falar de mansinho, palavras que já ouvi.

 

Quem é agora a dona das tuas vontades...

Senhora dos teus caminhos...

Rainha das tuas noites...

Tua estrela, tua luz...

Ah! Mulher de tanta sorte!

 

Um dia eu fui tudo isto...

Palavra, não acredito que esse tempo já se foi.

Que hoje não me pertences

e o que foi nosso acabou.

Sozinha aqui estou.

 

Quanto tempo já passou!

Mesmo assim eu me pergunto,

toda hora e todo dia,

onde está a minha alegria?

ONDE ANDA VOCÊ?

 

Mariza Roque da Fonsêca. Natal,

20 de Fevereiro de 2012.

 



Escrito por mariza roque às 20:25
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DIA - 04 de FEVEREIRO de 2012`.

CAFÉ - 08hs às 9:20hs

MUSICAL - 09:30hs às 10:00hs

SEMINÁRIO - 10:00hs às 12:00

Estrada de Cajupiranga, 1489,

Bairro da Liberdade, Parnamirim/RN.

Informações:3231.4410 - 9983.7773 - 9107.05:01

Senhas Individuais - R$ 20,00 (compra antecipada até 01/02) R$ 17,00.

NÃO PERCA, VALE A PENA! VOCÊ AJUDA O LEAN -

LAR ESPÍRITA ALVORADA NOVA ( de idosos )

 E RENOVA O CORPO E A ALMA.

 

 

 

 



Escrito por mariza roque às 13:50
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   ANIVERSÁRIO DE MARIZA

 

 

 

 

ANIVERSÁRIO DE MARIZA

 

Aconteceu no dia 27 de Janeiro. Com a organização de minha filha, Edvane Mary; as presenças do meu filho Evandro Júnior, minhas noras: Fabiana, Valéria Ila e Rose Mary, e dos meus netos e netas: Victor Hugo e Maria Clara (namorada), Marina e Souza (namorado), Marisinha e Gustavo (namorado), e dos pequeninos Gabriel Vinícius e Laura Beatriz; E ainda de uma amiguinha, a Gabriela, comemoramos o meu aniversário com muita simplicidade e alegria.

Um bolo belíssimo! Amei, até porque sou Botânica e amo as flores. Fiquei muito feliz e agradeci a Deus pela passagem de mais um ano da minha existência – Já se vão 72 dos anos que passarei no planeta terra.

Mariza Roque da Fonsêca. Natal, Fevereiro de 2012.

 

 



Escrito por mariza roque às 21:08
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   DA MINHA JANELA

DA MINHA JANELA 

Da minha janela eu vejo o dia chegar... O voo dos passarinhos alegres... Seus saltitares. Escuto os diferentes trinados e alguns já reconheço: bem-te-vis, canários, anuns, pardais... São tantos! Até o grande Jacu mora em frente a minha casa e, no seu canto, eu escuto perfeitamente o apelo: “chama a polícia... chama a polícia!”. Delicio-me com sons tão agradáveis que vem da mata. Vejo também o borboletear das singelas figurinhas esvoaçantes e coloridas. Tão belas dançando no ar!

Principalmente à tarde, os micos vêm em bando e fazem mil peripécias, pulando de galho em galho, emitindo fortes assobios e chamando a atenção para ganhar quem sabe uma fruta: banana, maçã, mamão e até melancia... Algumas vezes, isto acontece e eles voltam para a mata depois da merenda. Em certa época do ano vêm os papagaios em bando, e aos pares, barulhentos e belos.

Vejo cobras, tejus e até raposas que a noite saem da toca em busca de alimento. São duas... e quando observadas nos ameaçam com um regougar amedrontador.

Da minha janela vejo o nascer do sol! Senhor do dia, de tímido à exuberante, ele cobre a terra de luz e calor... Da minha janela vejo a lua cheia surgir por trás da folhagem. Ela sobe rápida e fagueira iluminando a noite que se torna mais romântica e bela. Da minha janela vejo a chuva cair! Suave ou fortemente ela escorre telhas abaixo refrescando as tardes e noites quentes da nossa cidade.

Mas existe o lado ruim que vejo da minha janela! Já vi plantas se retorcerem e tombarem pelo fogo... pequenos focos, logo debelados, mas que por um tempo enfeiam a paisagem. Porque as plantas têm um grande poder regenerativo e reverdecem com a chuva.

Depois que a rua foi asfaltada, transformou-se numa avenida muito disputada. Além do barulho, os carros em grande velocidade transpõem uns aos outros, bem em frente à minha janela.

Da minha janela vejo pessoas passarem: crianças, homens e mulheres, jovens, adultos e idosos. Vejo também você, na direção... simplesmente passando. Sinto-me alegre ou triste. DA MINHA JANELA!

Mariza Roque da Fonsêca. Natal, 13 de fevereiro de 2012.

 



Escrito por mariza roque às 21:17
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   FOTOS DO CAFÉ CULTURAL NO LEAN

 



Escrito por mariza roque às 22:23
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   CAFÉ CULTURAI NO LEAN

 

CAFÉ CULTURAL NO LEAN

 

Mais uma vez, sucesso total! Sob os cuidados de Rose e a sua equipe e dos trabalhadores espíritas daquela casa, cada um dando o melhor de si para que tudo transcorresse a contento. Foi servido um lauto café com iguarias muito gostosas, como sempre acontece.

A parte espiritual, nem se fala! O palestrante foi Vansan, convidado especial, que abrilhantou o evento com o seu abençoado violão e músicas entremeadas   por  palavras de fé e de esperança. Um repertório maravilhoso com músicas de vários cantores, inclusive de Padre Marcelo. Certamente, o céu desceu ou a terra subiu. O fato é que as pessoas presentes se sentiram enlevadas e plenas da melhor energia, vibrando junto à espiritualidade superior que frequenta e conduz os trabalhos da Excelente Casa Espírita que é o LEAN – LAR ESPÍRITA ALVORADA NOVA.

Um dia como poucos em minha vida que agradeço a Jesus e aos Leanenses. Estive presente duas vezes: com minha filha Edvane Mary pela manhã no Café Cultural e Palestra de Vansan. E a tarde, com meu filho Evandro Júnior e meu neto Gabriel Vinícius, na palestra também com Vansan. Que Deus abençoe este espírita e artista que oferece sua arte a serviço do Senhor!

Mariza Roque da Fonsêca.

Natal, 08 de fevereiro de 2012.

 



Escrito por mariza roque às 08:17
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   BIOGRAFIA DE CECÍLIA MEIRELES

"Eu canto porque o instante existe/ E a minha vida está completa/ Não sou alegre, nem sou triste:/ - Sou poeta." Esses versos, a primeira estrofe do poema "Motivo", são bastante significativos sobre a concepção de vida e de arte que manifestou Cecília Meireles.

Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil, e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal.

O pai faleceu três meses antes do seu nascimento e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Desse modo, foi criada por sua avó, Jacinta Garcia Benevides.

Concluiu o curso primário em 1910, na Escola Estácio de Sá, ocasião em que recebeu de Olavo Bilac, Inspetor Escolar do Rio de Janeiro, medalha de ouro por ter feito todo o curso com "distinção e louvor". Diplomou-se no Curso Normal, em 1917, passou a exercer o magistério primário em escolas oficiais do antigo Distrito Federal.

Dois anos depois, em 1919, publicou seu primeiro livro de poesias, "Espectros". Seguiram-se "Nunca mais... e Poema dos Poemas", em 1923, e "Baladas para El-Rei, em 1925. Nesse meio tempo, casou-se, em 1922, com o pintor português Fernando Correia Dias, com quem tem três filhas: Maria Elvira, Maria Mathilde e Maria Fernanda, que se tornou uma atriz teatral consagrada.

De 1930 a 1931, manteve no "Diário de Notícias" uma página diária sobre problemas de educação. Em 1934, organizou a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro, ao dirigir o Centro Infantil, que funcionou durante quatro anos no antigo Pavilhão Mourisco, no bairro de Botafogo.

Seu primeiro marido suicidou-se em 1935. Neste mesmo ano e até 1938, passou a lecionar literatura luso-brasileira e técnica e crítica literária, na Universidade do Distrito Federal (hoje UFRJ). Colaborou, ainda, ativamente, de 1936 a 1938, no jornal "A Manhã" e na revista "Observador Econômico". Em 1940, casou-se com o professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira Grilo.

O Prêmio de Poesia Olavo Bilac, que recebeu da Academia Brasileira de Letras, pelo seu livro "Viagem", em 1939, foi o primeiro reconhecimento da alta qualidade de sua obra poética. De fato, Cecília Meirelles ocupa lugar de destaque entre a chamada Segunda geração do modernismo brasileiro.

Aposentou-se em 1951 como diretora de escola, porém continuou a trabalhar, como produtora e redatora de programas culturais, na Rádio Ministério da Educação, no Rio de Janeiro (RJ). Da mesma forma, manteve-se ativa e viajou por diversos países do mundo, ministrando conferências sobre poesia e literatura brasileira. Recebeu diversas honrarias, como a Ordem de Mérito do Chile, e o título de Doutora Honoris Causa da Universidade de Nova Delhi, na Índia.

Recebeu o Prêmio de Tradução/Teatro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1962 e, no ano seguinte, ganhou o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária, pelo livro "Poemas de Israel", concedido pela Câmara Brasileira do Livro. No ano de sua morte, recebeu ainda o Jabuti de poesia pelo livro "Solombra", e, postumamente, em 1965, o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra.

Sua poesia foi traduzida para o espanhol, francês, italiano, inglês, alemão, húngaro, hindi e urdu, e musicada por Alceu Bocchino, Luis Cosme, Letícia Figueiredo, Ênio Freitas, Camargo Guarnieri, Francisco Mingnone, Lamartine Babo, Bacharat, Norman Frazer, Ernest Widma e Fagner.

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Escrito por mariza roque às 21:34
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